terça-feira, 23 de agosto de 2011

Embryo



Então, numa manhã de verão de 1983, minha amada mãe sempre ao meu lado
Ei, sorria para mim como você sempre faz na luz da manhã, com a expressão distorcida

O pescoço de mamãe está preso enquanto ela está pendurada no céu. Adeus, mãe
Com lágrimas silenciosas e profundas
A flor, incapaz de suportar isso, está morrendo
Estou sozinha

Sem rosto, uma voz soluçante
Sem rosto, uma voz distorcida

Então estupre-me até ficar satisfeito, sou seu, papai
Mas veja, mamãe está nos olhando lá de cima

Minha querida mãe sorrindo, você sorri tão forçado que parece que seu coração vai explodir
Fatalmente doce mãe, com ódio esperarei pacientemente, segurando minha náusea enquanto sou estuprada

Agora, uma noite de inverno em 1992, meu desprezado pai sempre ao meu lado
Ei, estupre-me hoje denovo, como você sempre faz
Os olhos de papai muito abertos, queimando sobre mim

Apunhalo o objeto, que havia escondido, profundamente, com força, em seu pescoço
Adeus, pai
Mamãe, nua, surgem na paisagem de inverno flores de carmesim, florindo
Manchado de sangue, estou sozinha

Minha querida mãe sorrindo, você sorri tão forçado que parece que seu coração vai explodir
Fatalmente doce mãe, com ódio seco as lágrimas que correm pelo meu rosto, conforme as estações também secam
Minha querida mãe sorrindo, você sorri tão forçado que parece que seu coração vai explodir
Fatalmente doce mãe, estou grávida, minha criança chora, segurarei minha náusea

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Egnirys cimredophy +) an injection


Na noite de lua negra, minhas pupilas se dilatam.
O gato preto enforcado ontem, os olhos brilham ferozmente.

Na noite da lua vermelha,o gato me observa,
Suas pupilas se dilatam.
A carne podre e a massa,
"Eu tenho 4 parafusos a menos"
Não é romantico?

Por favor, salve-me, eu quero por um fim nisso.
por um fim na minha vida, e pendurar meu corpo patetico.

pó branco,minha barriga exposta.
a noite psicotica, em que criei asas.
pó branco,minha barriga exposta.
o luar psicotico e o romantico.

Na noite sem lua,
Eu comecei a conversar com as paredes, fisicamente...
Mesmo depois dos dezoito anos ainda tenho sonhos molhados.
Falando nisso, você estva naquela revista...

Você esta aqui comigo,colocando o pó branco na colher,
cozinhando no fogo,borbulha e se desfaz...
E se desfaz nesse corpo patetico.
Minha cabeça gira, o quarto gira

Por favor salve-me, eu quero por um fim nisso.
Por um fim nessa vida e pendurar meu corpo patetico.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Drain Away


Eu recordo memórias no céu da noite, da flor pressionada de que tanto sinto falta
Eu costumava contar em meus dedos os dias que nos encontravamos
O céu era azul, os bons e velhos dias onde meus sonhos se desfaziam
Me traz tristeza e pesar.O pecado é infinito
Nenhum som para se ouvir. Essa noite é primavera.

Afogando-se na noite, quando era ainda frio
Eu vi as cerejerias florescendo de manhã
E ela estava debaixo delas, mas é uma velha história.
Ela era bonita e encantadora, e havia algo errado nela.
Seu rosto parecia triste,
Ela escondia as lágrimas no anoitecer atrás daqueles longos cabelos

Atraves das estações esquecidas, esse lugar me lembra dela.
O tempo a fez desaparecer, tão frágil, com sua cicatriz branca e preta.
O céu era azul, os bons e velhos dias em que meus sonhos eram desfeitos...
Um pecado profundo demais para aguentar, enquanto eu ouvia o som da escuridão...
Essa noite é primavera.

A tenda de exibição.

Eu me lembro de ve-la, na aurora fria,
Ainda deixando outros controlá-la, incapaz de fazer qualquer coisa,
As lágrimas corriam de seu rosto, como as pétalas de flor.

Eu recordo memórias no céu da noite, da flor pressionada de que tanto sinto falta
Eu costumava contar em meus dedos os dias que nos encontravamos
Sob a cerejeira, as flores nascem além de nós, iluminadas pelo crepúsculo
Se somente, se somente agora as cicatrizes que você esconde atrás de suas mangas desaparecessem...
O céu era azul nos bons e velhos tempos em que meus sonhos se desfaziam...
Me traz tristeza e pesar,o pecado infinito.
Nenhum som para ser ouvido. Hoje a noite é primavera.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Dozing Green


Fascinado por esses olhos,esse olhos comidos por insetos,
A minha respiração parando, meu coração se acalma e eu derramo uma lagrima.

A brilhante e revigorante luz do sol
Se mistura com o som da chuva

Meu coração esmagado dança, e eu questiono em vão
A voz pálida, a falha da respiração no sol

A obscena exposição do ferimento
Desaparece em nada, o vento da doutrina
Você se dissolve, seu coração se dissolve

Na manhã negra eu ouço você sussurrar "adeus"

Meu coração retalhado dança e eu questiono em vão
Eu apenas quero estar sozinho agora

A solitária estação de primavera, sempre submisso a lágrimas
seu corpo decapitado rasteja, e eu não posso te salvar

Ame-me

Esperança abandonada

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Disabled Complexes


Ah, eu não posso dormir novamente esta noite
Porque você existe
Porque eu fui violentado por você
Por que você acredita naquelas vozes?
Ah... Eu não poderei adormecer novamente amanhã.

Eu joguei longe toda a minha fraca esperança
muito fundo
E eu ficarei louco novamente esta noite - ficarei louco novamente esta noite

Ah, eu não posso dormir novamente esta noite
Porque você existe
Porque eu fui violentado por você
Por que você acredita naquelas vozes?

Eu não posso existir numa sociedade movida por um grito de alegria
Aqui não há razão para viver

O mundo é totalmente psicótico
Em sua mente

Sem palavra para rezar. As lágrimas irão secar

Essa noite eu enlouquecerei

PSICOSE ASSASSINA

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Deity


Vertigem
Eva, Adão
Tortura
Vitima
Apóstolo
Deus, dor
Nascer
Tentar
Sangue
Nada...

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dead Tree


Aqui está a água para a árvore morta... Eu vejo seu reflexo na água suja... Sonhos e aspirações.
Seus ideais em um grande céu. Vermelho apaixonante.
A pessoa que eu amei...
Os ideias são tão doces quanto açúcar, mas são somente ideais.

Ninguém quer o presente

Por quê? Por quê? Repetidamente. Isso não desaparece.
Por quê? Por quê? Repetidamente.
Meu coração morto.
Amor. Ternura. Liberdade e paz.

Aponte seu dedo. Adeus.
Eu amo minha cabeça em uma arma.
Até a criança com o paletó vermelho
aumenta as verdadeiras lágrimas em sua face.

Por quê? Por quê? Repetidamente. Isso não desaparece.
Por quê? Por quê? Repetidamente.
Meu coração morto.